Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema (...) Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira (...) O favo de jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

(Trecho do romance Iracema.)

José de Alencar

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